Globo Reporter nas Cataratas do Iguaçú…

Voando um balão  a equipe do Globo Reporter faz imagens deslumbrantes do Parque Nacional do Iguaçu (Cataratas do Iguaçu)

Globo Repórter faz imagens incríveis das Cataratas do Iguaçu A bordo de um balão, equipe do programa tem visão privilegiada do Parque Nacional do Iguaçu, tanto do lado brasileiro quanto do lado argentino.
A luz da manhã ilumina o horizonte pra quem navega em direção ao sol. É outono nas águas do Paraná. Passada a estação das chuvas, é a época dos dias longos e claros. Em tupi, Paraná quer dizer parecido com o mar. E não é pra menos.

O rio tem quase quatro mil quilômetros de extensão. E a bacia recebe as águas de boa parte dos rios do centro-sul do Brasil.

Nós estamos a 25 quilômetros das cataratas, num ponto onde os rios Iguaçu e Paraná se encontram. São águas que banham três países. Por isso, o lugar é chamado de marco das três fronteiras. Brasil, Argentina e Paraguai. Daqui pra frente, o Rio Paraná segue por quase dois mil quilômetros até o Rio da Prata, na região de Buenos Aires.

Nós tomamos outro rumo, Rio Iguaçu acima. E encontramos o cenário escolhido como uma das sete novas maravilhas da natureza: as Cataratas do Iguaçu. São mais de 100 quedas d’água. Mas nosso desafio vai além da contemplação do espetáculo. Vamos cruzar estes saltos pelo ar, como poucos já ousaram.

O dia mal amanhece e nossos parceiros nesta aventura já estão a postos. São balonistas que vão nos levar num vôo panorâmico. Dentro do parque, um teste para saber pra que lado sopra o vento. É ele que vai dar a direção do nosso vôo.

(As condições meteorologica  é o fator x do voo de balão)

Globo Repórter faz imagens incríveis das Cataratas do Iguaçu A bordo de um balão, equipe do programa tem visão privilegiada do Parque Nacional do Iguaçu, tanto do lado brasileiro quanto do lado argentino.

Repórter: O que deu a direção do vento?
Wilson Bittencourt – piloto: A direção do vento agora que nós soltamos a definição está indo         certinho para a garganta. Aonde que nós temos que fazer. Então, o vento pode alterar. Por isso que  nós temos que correr pra decolar o mais rápido possível.
Repórter: Então, vamos lá.
Wilson Bittencourt: Vamos lá.

  Tudo certo. Poderemos decolar do lado brasileiro do Parque do Iguaçu, passar bem em cima das    cataratas e ainda pousar em território nacional.

Repórter: está tudo pronto?
Wilson Bittencourt: tudo pronto só esperando vocês subirem para decolarmos
Repórter: vento a favor?
Wilson Bittencourt: vento a favor. Tá tudo ótimo
Repórter: vamos passar sobre as cataratas?
Wilson Bittencourt: com certeza.
Repórter: tomara já estou vendo o arco-íris daqui

Em minutos, estamos voando. As quedas se aproximam lentamente. Wilson, o piloto, controla a altura do balão para acompanhar as correntes do vento.

“Tem várias camadas. Um pouquinho mais pra cima já fica pra direita”, diz Wilson

O balão segue direto para as quedas. Passa pertinho do maior salto, a garganta do diabo. E desce pelo cânion das cataratas.

Repórter: Agora, nós estamos nos aproximando mesmo do ponto onde as águas do Rio Iguaçu descem em direção ao Rio Paraná. Agora, sobre as cataratas. E as águas formam um enorme arco iris.

É uma sensação diferente. Uma mistura de medo e de alegria.

Repórter: A velocidade do balão é super lenta, quatro quilômetros por hora. Parece que nos estamos parados. Mas estamos aqui bem no coração das Cataratas do Iguaçu. Ali, nós já podemos ver as cataratas do lado argentino.

Em alguns instantes, nosso balão parece se aproximar perigosamente das quedas. Subimos um pouco para ter uma visão mais ampla desta maravilha. Mas uma corrente de ar nos pega de surpresa e somos empurrados para o território argentino.

Globo Repórter faz imagens incríveis das Cataratas do Iguaçu A bordo de um balão, equipe do programa tem visão privilegiada do Parque Nacional do Iguaçu, tanto do lado brasileiro quanto do lado argentino.
Repórter: o vento está mais forte agora.

Estamos autorizados a voar no espaço aéreo vizinho, mas a pousar no parque deles, não.

Wilson Bittencourt: Agora eu estou bem em cima do parque argentino, não dá pra baixar.

Vamos ter que esticar o nosso vôo até encontrar uma clareira fora da reserva. Mas tudo o que vemos é um mar verde em todas as direções.

Repórter: Não tem uma clareira, não é?

Fora dos limites do parque, começamos a descer. Já estamos roçando a copa das árvores. E nada.

Wilson Bittencourt: não dá.
Repórter: muito fechado, não é?

Wilson manobra o balão e volta a subir. Nós, balonistas de primeira viagem, ficamos tensos. Será que o gás vai ser suficiente? Até que avistamos uma pequena plantação. E, entre pequenos solavancos, o pouso sai perfeito.

Wilson Bittencourt: Tudo tranquilo, tudo tranquilo.

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