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	<title>Blog do Balonista</title>
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	<description>balonismo informações atualizadas de passeios de balões, turismo e voos de balão, campeonatos e festivais de balonismo.</description>
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		<title>Globo Reporter nas Cataratas do Iguaçú&#8230;</title>
		<link>http://balonista.net/varios/globo-reporter-nas-cataratas-do-iguacu</link>
		<comments>http://balonista.net/varios/globo-reporter-nas-cataratas-do-iguacu#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 May 2012 21:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Construtor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Balonismo]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Voando um balão  a equipe do Globo Reporter faz imagens deslumbrantes do Parque Nacional do Iguaçu (Cataratas do Iguaçu) A luz da manhã ilumina o horizonte pra quem navega em direção ao sol. É outono nas águas do Paraná. Passada a estação das chuvas, é a época dos dias longos e claros. Em tupi, Paraná quer dizer parecido com<a href="http://balonista.net/varios/globo-reporter-nas-cataratas-do-iguacu"> <br /><br /> Leia mais…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a title="Conheça a Historia do Balonismo" href="http://balonista.net/introducao-ao-balonismo-2/introducao-ao-balonismo" target="_blank">Voando um balão</a>  a equipe do Globo Reporter faz imagens deslumbrantes do Parque Nacional do Iguaçu (Cataratas do Iguaçu)</h3>
<p><center><img title="Cataratas do Iguaçu" src="https://lh3.googleusercontent.com/-2OcfIKhB70c/T677fDsvQUI/AAAAAAAAAII/ICOyUHwcPZg/s849/imagem-das-cataratas-do-igua%C3%A7u-feitas-de-bal%C3%A3o-imagem-do-globo-reporter-de-bal%C3%A3o-do-parque-nacional-do-igua%C3%A7u+%282%29.bmp" alt="Globo Repórter faz imagens incríveis das Cataratas do Iguaçu A bordo de um balão, equipe do programa tem visão privilegiada do Parque Nacional do Iguaçu, tanto do lado brasileiro quanto do lado argentino." /></center>A luz da manhã ilumina o horizonte pra quem navega em direção ao sol. É outono nas águas do Paraná. Passada a estação das chuvas, é a época dos dias longos e claros. Em tupi, Paraná quer dizer parecido com o mar. E não é pra menos.</p>
<p>O rio tem quase quatro mil quilômetros de extensão. E a bacia recebe as águas de boa parte dos rios do centro-sul do Brasil.</p>
<p>Nós estamos a 25 quilômetros das cataratas, num ponto onde os rios Iguaçu e Paraná se encontram. São águas que banham três países. Por isso, o lugar é chamado de marco das três fronteiras. Brasil, Argentina e Paraguai. Daqui pra frente, o Rio Paraná segue por quase dois mil quilômetros até o Rio da Prata, na região de Buenos Aires.</p>
<p>Nós tomamos outro rumo, Rio Iguaçu acima. E encontramos o cenário escolhido como uma das sete novas maravilhas da natureza: as Cataratas do Iguaçu. São mais de 100 quedas d&#8217;água. Mas nosso desafio vai além da contemplação do espetáculo. Vamos cruzar estes saltos pelo ar, como poucos já ousaram.</p>
<p>O dia mal amanhece e nossos parceiros nesta aventura já estão a postos. São balonistas que vão nos levar num vôo panorâmico. Dentro do parque, um teste para saber pra que lado sopra o vento. É ele que vai dar a direção do nosso vôo.</p>
<p>(<a title="Saiba mais sobre a influência da meteorologia no passeio de balão" href="http://balonista.net/meteo_pass_bal/passeios-de-balao-e-a-meteorologia" target="_blank">As condições meteorologica  é o fator x do voo de balão</a>)</p>
<p><center><img class="alignleft" title="Balão antes da decolagem" src="https://lh5.googleusercontent.com/-1U_IiW1qh5E/T678L3nm60I/AAAAAAAAAI4/bGU2DHxkjUY/s533/balao_pronto_para_sobrevoar_as_cataratas_do_iguacu..gif" alt="Globo Repórter faz imagens incríveis das Cataratas do Iguaçu A bordo de um balão, equipe do programa tem visão privilegiada do Parque Nacional do Iguaçu, tanto do lado brasileiro quanto do lado argentino." width="213" height="320" /></center></p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>Repórter: </strong>O que deu a direção do vento?<br />
<strong>Wilson Bittencourt – piloto:</strong> A direção do vento agora que nós soltamos a definição está indo         certinho para a garganta. Aonde que nós temos que fazer. Então, o vento pode alterar. Por isso que  nós temos que correr pra decolar o mais rápido possível.<br />
<strong>Repórter:</strong> Então, vamos lá.<br />
<strong>Wilson Bittencourt:</strong> Vamos lá.</p>
<p>  Tudo certo. Poderemos decolar do lado brasileiro do Parque do Iguaçu, passar bem em cima das    cataratas e ainda pousar em território nacional.</p>
<p><strong>Repórter: </strong>está tudo pronto?<br />
<strong>Wilson Bittencourt:</strong> tudo pronto só esperando vocês subirem para decolarmos<br />
<strong>Repórter:</strong> vento a favor?<br />
<strong>Wilson Bittencourt: </strong>vento a favor. Tá tudo ótimo<br />
<strong>Repórter:</strong> vamos passar sobre as cataratas?<br />
<strong>Wilson Bittencourt: </strong>com certeza.<br />
<strong>Repórter:</strong> tomara já estou vendo o arco-íris daqui</p>
<p>Em minutos, estamos voando. As quedas se aproximam lentamente. Wilson, o piloto, controla a altura do balão para acompanhar as correntes do vento.</p>
<p>&#8220;Tem várias camadas. Um pouquinho mais pra cima já fica pra direita&#8221;, diz Wilson</p>
<p>O balão segue direto para as quedas. Passa pertinho do maior salto, a garganta do diabo. E desce pelo cânion das cataratas.</p>
<p><strong>Repórter: </strong>Agora, nós estamos nos aproximando mesmo do ponto onde as águas do Rio Iguaçu descem em direção ao Rio Paraná. Agora, sobre as cataratas. E as águas formam um enorme arco iris.</p>
<p>É uma sensação diferente. Uma mistura de medo e de alegria.</p>
<p><strong>Repórter: </strong>A velocidade do balão é super lenta, quatro quilômetros por hora. Parece que nos estamos parados. Mas estamos aqui bem no coração das Cataratas do Iguaçu. Ali, nós já podemos ver as cataratas do lado argentino.</p>
<p>Em alguns instantes, nosso balão parece se aproximar perigosamente das quedas. Subimos um pouco para ter uma visão mais ampla desta maravilha. Mas uma corrente de ar nos pega de surpresa e somos empurrados para o território argentino.</p>
<p><center><img class="aligncenter" title="Balão proximo a quedas do Iguaçu" src="https://lh6.googleusercontent.com/-6QqbBIT_2F0/T677fSFNTDI/AAAAAAAAAIM/sT8YpiVBAwQ/s849/imagem-das-cataratas-do-igua%C3%A7u-feitas-de-bal%C3%A3o-imagem-do-globo-reporter-de-bal%C3%A3o-do-parque-nacional-do-igua%C3%A7u+%284%29.bmp" alt="Globo Repórter faz imagens incríveis das Cataratas do Iguaçu A bordo de um balão, equipe do programa tem visão privilegiada do Parque Nacional do Iguaçu, tanto do lado brasileiro quanto do lado argentino." width="679" height="377" /></center><strong>Repórter:</strong> o vento está mais forte agora.</p>
<p>Estamos autorizados a voar no espaço aéreo vizinho, mas a pousar no parque deles, não.</p>
<p><strong>Wilson Bittencourt: </strong>Agora eu estou bem em cima do parque argentino, não dá pra baixar.</p>
<p>Vamos ter que esticar o nosso vôo até encontrar uma clareira fora da reserva. Mas tudo o que vemos é um mar verde em todas as direções.</p>
<p><strong>Repórter: </strong>Não tem uma clareira, não é?</p>
<p>Fora dos limites do parque, começamos a descer. Já estamos roçando a copa das árvores. E nada.</p>
<p><strong>Wilson Bittencourt: </strong>não dá.<br />
<strong>Repórter: </strong>muito fechado, não é?</p>
<p>Wilson manobra o balão e volta a subir. Nós, balonistas de primeira viagem, ficamos tensos. Será que o gás vai ser suficiente? Até que avistamos uma pequena plantação. E, entre pequenos solavancos, o pouso sai perfeito.</p>
<p><strong>Wilson Bittencourt:</strong> Tudo tranquilo, tudo tranquilo.</p>
<h2 style="text-align: center;">Você gostou da aventura dos reportes?</h2>
<h3 style="text-align: center;">experimente também <a title="Reserve seu passeio de balão" href="http://www.balonismoboituva.com.br/reservas.html" target="_blank">click aqui</a> e reserve sua aventura!</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img class="aligncenter" title="Balão nas Cataratas do Iguaçu" src="https://lh6.googleusercontent.com/-P4VRgCR0uOM/T678bWclN5I/AAAAAAAAAJA/PdHrW3jhsfU/s849/imagem-das-cataratas-do-igua%C3%A7u-feitas-de-bal%C3%A3o-imagem-do-globo-reporter-de-bal%C3%A3o-do-parque-nacional-do-igua%C3%A7u+%285%29.bmp" alt="Globo Repórter faz imagens incríveis das Cataratas do Iguaçu A bordo de um balão, equipe do programa tem visão privilegiada do Parque Nacional do Iguaçu, tanto do lado brasileiro quanto do lado argentino." width="509" height="284" /></center><center></center><center>Click em leia mais para continuar no resumo da reportagem&#8230;</center></p>
<div class="pre-spoiler">
<input id="xs" style="margin-left: 50px; padding: 0px; width: 80px;" onclick="if (this.parentNode.parentNode.getElementsByTagName('div')[1].getElementsByTagName('div')[0].style.display != '') { this.parentNode.parentNode.getElementsByTagName('div')[1].getElementsByTagName('div')[0].style.display = '';this.innerText = ''; this.value = 'Ocultar'; } else { this.parentNode.parentNode.getElementsByTagName('div')[1].getElementsByTagName('div')[0].style.display = 'none'; this.value = 'Leia Mais';}" type="button" value="Leia Mais" /></div>
<div>
<div class="spoiler" style="display: none;">
<p>O Parque Nacional do Iguaçu do lado argentino é um pouco menor que o nosso. Se do lado Brasileiro, temos uma visão privilegiada do conjunto de saltos. Do lado de lá, as trilhas nos levam para dentro deles. De um determinado ponto, se pode ver mais de perto a principal queda das cataratas, a garganta do diabo. O som produzido pelas águas é assustador, mas a beleza é incomparável.</p>
<p>Turistas do mundo todo se acotovelam debaixo do sol escaldante em busca do melhor ângulo para as fotos. É tão bonito que hipnotiza. Dona Francisca Vilela veio do interior de São Paulo com as amigas.</p>
<p>“É a coisa mais linda. Compensa qualquer sacrifício”, afirma a aposentada Francisca Vilela.</p>
<p>Depois de trabalhar em outras reservas argentinas, o guarda-parque Andrés lanfiutti decidiu ficar por aqui. Foi atraído pela diversidade de espécies encontradas na região.</p>
<p>“Aqui, há mais de duas mil espécies de plantas, entre 70 e 80 espécies de mamíferos, mais de 500 espécies de aves, grande variedade de répteis e tantos insetos que não conhecemos todos”, conta o guarda-parque Andrés Lanfiutti.</p>
<p>Andrés nos leva até a ilha de San Martin. Desembarcamos em uma praia de areia clarinha, no meio das quedas. A ilha de San Martin tem paredões de 50 metros de altura. Nos vamos ao topo por este trilha aqui. Uma escadinha bem íngreme. É preciso ter fôlego pra vencer os degraus. Mas basta chegar a um dos mirantes para o cansaço desaparecer. Na nossa frente, um conjunto com várias quedas se abre como uma cortina. Brasil e Argentina, separados pelo Iguaçu, partilham, no rio, um espetáculo sem igual. As mesmas belezas. Mas também os mesmos perigos. Eles são sorrateiros. Percorrem trechos da mata aonde os turistas nunca chegam. São os caçadores. A presa é um dos símbolos do parque: a onça pintada.</p>
<p>Agustín Paviolo é doutor em biologia pela Universidade de Missiones. Ele coordena um grupo que estuda os hábitos dos felinos do Iguaçu e de parques vizinhos.</p>
<p>“O que nós observamos é que a caça direta da espécie é o que está reduzindo a população e todos os anos morrem onças nas mãos de caçadores clandestinos”, ressalta Agustín Paviolo.</p>
<p>Pela estimativa do grupo, restam, no máximo, 50 onças pintadas na região. Um número considerado crítico para os pesquisadores. Há poucas semanas, o grupo sofreu um novo baque. Guacurarí, um macho que estava sendo monitorado por um colar eletrônico, foi encontrado morto a tiros em uma reserva vizinha ao Parque Iguaçu.</p>
<p>“Tem muita chance de a onça desaparecer na região se não detivermos a caça clandestina”, conta Agustín.</p>
<p>Agustín divide a preocupação com pesquisadores do parque brasileiro. Juntos, tentam proteger a espécie. No meio da floresta, instalam câmeras para fotografar os animais e estudar o comportamento deles.</p>
<p>De tempos em tempos, os pesquisadores tanto do Brasil como da Argentina fazem o que eles chamam de campanha de captura de felinos. No meio da mata, geralmente nas trilhas, eles instalam equipamentos especiais. São as armadilhas e aí é apostar que o bicho apareça.</p>
<p>É preciso camuflar bem o equipamento e colocá-lo de tal forma que a passada da onça coincida exatamente com o gatilho da armadilha. Foi assim que, recentemente, os pesquisadores capturaram uma onça no meio de uma plantação de milho. Ela saía do parque para atacar o gado e corria o risco de ser morta pelos fazendeiros.</p>
<p>Hoje, acompanhado pela polícia ambiental, Alexandre Vogliotti vai tentar se aproximar do animal. Do alto de uma torre, tenta captar o sinal do transmissor que está preso ao pescoço da onça. A região tem mata fechada bem ao lado de propriedades rurais. Na casinha simples, encontramos dona Terezinha Macinhak. Ela já ouviu dizer que tem onça na vizinhança. Cautelosa, toda noite, prende a vaca e o bezerrinho recém nascido na frágil estrebaria.</p>
<p><strong>Terezinha Macinhak – agricultora:</strong> A gente tem que se cuidar um pouco, não é?<br />
<strong>Repórter:</strong> E se a senhora ficasse frente a frente com ela<br />
<strong>Terezinha Macinhak:</strong> Ah, meu deus eu escapava. Ah, não.<br />
<strong>Repórter:</strong> Ia correr?<br />
<strong>Terezinha Macinhak: </strong>Fazer o que, não é? Correr. Porque senão, ela me engolia no meio da roça.</p>
<p>No ponto mais alto do sítio, o sinal do colar fica bem forte.</p>
<p><strong>Alexandre Vogliotti – biólogo:</strong> Estes dados que estão sendo descarregados aqui contém todo o caminho, todos os lugares que o animal usou desde que a gente instalou a coleira nele.<br />
<strong>Repórter:</strong> E qual é a distância que este equipamento capta este sinal do animal<br />
<strong>Alexandre Vogliotti</strong>: Este aqui em torno de 1,5 mil metros seria a distancia máxima ideal pruma boa transmissão de dados.</p>
<p>Os dados vão ajudar no planejamento de ações que impeçam a onça de se aproximar demais das propriedades. Nós nos embrenhamos na mata para tentar chegar ainda mais perto do sinal. E logo os policias percebem que não somos os únicos.</p>
<p><strong>Policial: </strong>Esse aqui é o rastro de uma pessoa provavelmente de entrada. Porque você nota que aqui é o salto da bota dele e a parte dianteira do pé.<br />
<strong>Repórter:</strong> Então. Caçador passou por aqui<br />
<strong>Policial: </strong>Passou. Alguém passou.</p>
<p>Continuamos seguindo o sinal do transmissor. Em alguns momentos, o bip soa alto. Mas depois quase desaparece. Pode ser por causa do relevo do terreno. Ou podemos ter afugentado o animal.</p>
<p>“A gente compreende que a população tenha um medo natural por ser um predador. Mas é importante frisar que a onça também está procurando o seu lugar ao sol, na floresta. Muitas pessoas entram no parque para retirar o alimento da onça. Quando a onça sai do parque para buscar o alimento do homem, isso vira uma grande, um grande conflito”, afirma Alexandre Vogliotti.</p>
<p>Será que é possível encontrar um equilíbrio entre os desejos do homem e as necessidades da natureza?</p>
<p>É fim de tarde. O sol se despede das cataratas. Mas em um centro de pesquisas, no meio da reserva, o trabalho só está começando. O biólogo Guilherme Ambar investiga como o desaparecimento das grandes florestas tem afetado a vida dos animais. E escolheu como termômetro um bichinho pouco simpático: o morcego.</p>
<p>Esta noite, nós vamos acompanhá-lo numa captura no meio da floresta. Seguimos por estradas de terra até um ponto isolado do parque. A escuridão em uma trilha turística desativada é assustadora. Mas a equipe está preparada. Lanternas e perneiras, para prevenir do ataque de cobras que possam estar pelo caminho.</p>
<p>Esta noite, os pesquisadores vão montar oito redes para capturar morcegos. Algumas chegam a ter 12 metros de comprimento por 2,5 metros de altura. Depois de instaladas as redes, as luzes apagadas, senão os morcegos não se aproximam.</p>
<p>Quando a última armadilha ainda está sendo esticada, chega a notícia: já tem morcego na primeira rede. É um morceguinho que se alimenta de frutas e ainda não atingiu a fase adulta.</p>
<p><strong>Repórter:</strong> eu vi que você pega com tanta naturalidade a asinha dele e tal. Essa parte tem perigo dele morder?<br />
<strong>Guilherme Ambar: </strong>Não. Aqui eu estou segurando ele.<br />
<strong>Repórter: </strong>nossa, como é fininha. Parece um papelzinho bem fininho, uma seda.</p>
<p>Ao final da pesquisa, vai ser possível dizer se pequenos retalhos de mata já são suficientes para as espécies ou se elas só vão sobreviver em áreas grandes, iguais a do Parque Iguaçu.</p>
<p>“A gente pode tentar a partir de agora alguns planejamentos, algumas estratégias pra como melhorar isso. Isso já vem sendo feito em várias áreas com corredores de mata, ou aumento dessas áreas de preservação”, completa Guilherme Ambar.</p>
<p>Postagem  <a href="http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2012/05/globo-reporter-faz-imagens-incriveis-das-cataratas-do-iguacu.html">http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2012/05/globo-reporter-faz-imagens-incriveis-das-cataratas-do-iguacu.html</a></p>
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<div class="spoiler" style="display: none;">A luz da manhã ilumina o horizonte pra quem navega em direção ao sol. É outono nas águas do Paraná. Passada a estação das chuvas, é a época dos dias longos e claros. Em tupi, Paraná quer dizer parecido com o mar. E não é pra menos.<br />
O rio tem quase quatro mil quilômetros de extensão. E a bacia recebe as águas de boa parte dos rios do centro-sul do Brasil.<br />
Nós estamos a 25 quilômetros das cataratas, num ponto onde os rios Iguaçu e Paraná se encontram. São águas que banham três países. Por isso, o lugar é chamado de marco das três fronteiras. Brasil, Argentina e Paraguai. Daqui pra frente, o Rio Paraná segue por quase dois mil quilômetros até o Rio da Prata, na região de Buenos Aires.<br />
Nós tomamos outro rumo, Rio Iguaçu acima. E encontramos o cenário escolhido como uma das sete novas maravilhas da natureza: as Cataratas do Iguaçu. São mais de 100 quedas d&#8217;água. Mas nosso desafio vai além da contemplação do espetáculo. Vamos cruzar estes saltos pelo ar, como poucos já ousaram.<br />
O dia mal amanhece e nossos parceiros nesta aventura já estão a postos. São balonistas que vão nos levar num vôo panorâmico. Dentro do parque, um teste para saber pra que lado sopra o vento. É ele que vai dar a direção do nosso vôo.</div>
<div class="spoiler" style="display: none;"><a title="Saiba mais sobre a influência da metereologia no voo de balão" href="http://balonista.net/meteo_pass_bal/passeios-de-balao-e-a-meteorologia" target="_blank">(A direção e intensidade do do vento tem fator determinate no voo de balão)<br />
</a> <strong>Repórter:</strong> O que deu a direção do vento?<br />
<strong>Wilson Bittencourt – piloto:</strong> A direção do vento agora que nós soltamos a definição está indo certinho para a garganta. Aonde que nós temos que fazer. Então, o vento pode alterar. Por isso que nós temos que correr pra decolar o mais rápido possível.<br />
<strong>Repórter:</strong> Então, vamos lá.<br />
<strong>Wilson Bittencourt:</strong> Vamos lá.<br />
Tudo certo. Poderemos decolar do lado brasileiro do Parque do Iguaçu, passar bem em cima das cataratas e ainda pousar em território nacional.<br />
<strong>Repórter:</strong> está tudo pronto?<br />
<strong>Wilson Bittencourt:</strong> tudo pronto só esperando vocês subirem para decolarmos<br />
<strong>Repórter:</strong> vento a favor?<br />
<strong>Wilson Bittencourt:</strong> vento a favor. Tá tudo ótimo<br />
<strong>Repórter:</strong> vamos passar sobre as cataratas?<br />
<strong>Wilson Bittencourt:</strong> com certeza.<br />
<strong>Repórter:</strong> tomara já estou vendo o arco-íris daqui<br />
Em minutos, estamos voando. As quedas se aproximam lentamente. Wilson, o piloto, controla a altura do balão para acompanhar as correntes do vento.<br />
&#8220;Tem várias camadas. Um pouquinho mais pra cima já fica pra direita&#8221;, diz Wilson<br />
O balão segue direto para as quedas. Passa pertinho do maior salto, a garganta do diabo. E desce pelo cânion das cataratas.<br />
Repórter: Agora, nós estamos nos aproximando mesmo do ponto onde as águas do Rio Iguaçu descem em direção ao Rio Paraná. Agora, sobre as cataratas. E as águas formam um enorme arco iris.<br />
É uma sensação diferente. Uma mistura de medo e de alegria.<br />
Repórter: A velocidade do balão é super lenta, quatro quilômetros por hora. Parece que nos estamos parados. Mas estamos aqui bem no coração das Cataratas do Iguaçu. Ali, nós já podemos ver as cataratas do lado argentino.<br />
Em alguns instantes, nosso balão parece se aproximar perigosamente das quedas. Subimos um pouco para ter uma visão mais ampla desta maravilha. Mas uma corrente de ar nos pega de surpresa e somos empurrados para o território argentino.<br />
Repórter: o vento está mais forte agora.<br />
Estamos autorizados a voar no espaço aéreo vizinho, mas a pousar no parque deles, não.<br />
Wilson Bittencourt: Agora eu estou bem em cima do parque argentino, não dá pra baixar.<br />
Vamos ter que esticar o nosso vôo até encontrar uma clareira fora da reserva. Mas tudo o que vemos é um mar verde em todas as direções.<br />
Repórter: Não tem uma clareira, não é?<br />
Fora dos limites do parque, começamos a descer. Já estamos roçando a copa das árvores. E nada.<br />
Wilson Bittencourt: não dá.<br />
Repórter: muito fechado, não é?<br />
Wilson manobra o balão e volta a subir. Nós, balonistas de primeira viagem, ficamos tensos. Será que o gás vai ser suficiente? Até que avistamos uma pequena plantação. E, entre pequenos solavancos, o pouso sai perfeito.<br />
Wilson Bittencourt: Tudo tranquilo, tudo tranquilo.<br />
O Parque Nacional do Iguaçu do lado argentino é um pouco menor que o nosso. Se do lado Brasileiro, temos uma visão privilegiada do conjunto de saltos. Do lado de lá, as trilhas nos levam para dentro deles. De um determinado ponto, se pode ver mais de perto a principal queda das cataratas, a garganta do diabo. O som produzido pelas águas é assustador, mas a beleza é incomparável.<br />
Turistas do mundo todo se acotovelam debaixo do sol escaldante em busca do melhor ângulo para as fotos. É tão bonito que hipnotiza. Dona Francisca Vilela veio do interior de São Paulo com as amigas.<br />
“É a coisa mais linda. Compensa qualquer sacrifício”, afirma a aposentada Francisca Vilela.<br />
Depois de trabalhar em outras reservas argentinas, o guarda-parque Andrés lanfiutti decidiu ficar por aqui. Foi atraído pela diversidade de espécies encontradas na região.<br />
“Aqui, há mais de duas mil espécies de plantas, entre 70 e 80 espécies de mamíferos, mais de 500 espécies de aves, grande variedade de répteis e tantos insetos que não conhecemos todos”, conta o guarda-parque Andrés Lanfiutti.<br />
Andrés nos leva até a ilha de San Martin. Desembarcamos em uma praia de areia clarinha, no meio das quedas. A ilha de San Martin tem paredões de 50 metros de altura. Nos vamos ao topo por este trilha aqui. Uma escadinha bem íngreme. É preciso ter fôlego pra vencer os degraus. Mas basta chegar a um dos mirantes para o cansaço desaparecer. Na nossa frente, um conjunto com várias quedas se abre como uma cortina. Brasil e Argentina, separados pelo Iguaçu, partilham, no rio, um espetáculo sem igual. As mesmas belezas. Mas também os mesmos perigos. Eles são sorrateiros. Percorrem trechos da mata aonde os turistas nunca chegam. São os caçadores. A presa é um dos símbolos do parque: a onça pintada.<br />
Agustín Paviolo é doutor em biologia pela Universidade de Missiones. Ele coordena um grupo que estuda os hábitos dos felinos do Iguaçu e de parques vizinhos.<br />
“O que nós observamos é que a caça direta da espécie é o que está reduzindo a população e todos os anos morrem onças nas mãos de caçadores clandestinos”, ressalta Agustín Paviolo.<br />
Pela estimativa do grupo, restam, no máximo, 50 onças pintadas na região. Um número considerado crítico para os pesquisadores. Há poucas semanas, o grupo sofreu um novo baque. Guacurarí, um macho que estava sendo monitorado por um colar eletrônico, foi encontrado morto a tiros em uma reserva vizinha ao Parque Iguaçu.<br />
“Tem muita chance de a onça desaparecer na região se não detivermos a caça clandestina”, conta Agustín.<br />
Agustín divide a preocupação com pesquisadores do parque brasileiro. Juntos, tentam proteger a espécie. No meio da floresta, instalam câmeras para fotografar os animais e estudar o comportamento deles.<br />
De tempos em tempos, os pesquisadores tanto do Brasil como da Argentina fazem o que eles chamam de campanha de captura de felinos. No meio da mata, geralmente nas trilhas, eles instalam equipamentos especiais. São as armadilhas e aí é apostar que o bicho apareça.É preciso camuflar bem o equipamento e colocá-lo de tal forma que a passada da onça coincida exatamente com o gatilho da armadilha. Foi assim que, recentemente, os pesquisadores capturaram uma onça no meio de uma plantação de milho. Ela saía do parque para atacar o gado e corria o risco de ser morta pelos fazendeiros.<br />
Hoje, acompanhado pela polícia ambiental, Alexandre Vogliotti vai tentar se aproximar do animal. Do alto de uma torre, tenta captar o sinal do transmissor que está preso ao pescoço da onça. A região tem mata fechada bem ao lado de propriedades rurais. Na casinha simples, encontramos dona Terezinha Macinhak. Ela já ouviu dizer que tem onça na vizinhança. Cautelosa, toda noite, prende a vaca e o bezerrinho recém nascido na frágil estrebaria.<br />
Terezinha Macinhak – agricultora: A gente tem que se cuidar um pouco, não é?<br />
Repórter: E se a senhora ficasse frente a frente com ela<br />
Terezinha Macinhak: Ah, meu deus eu escapava. Ah, não.<br />
Repórter: Ia correr?<br />
Terezinha Macinhak: Fazer o que, não é? Correr. Porque senão, ela me engolia no meio da roça.<br />
No ponto mais alto do sítio, o sinal do colar fica bem forte.<br />
Alexandre Vogliotti – biólogo: Estes dados que estão sendo descarregados aqui contém todo o caminho, todos os lugares que o animal usou desde que a gente instalou a coleira nele.<br />
Repórter: E qual é a distância que este equipamento capta este sinal do animal<br />
Alexandre Vogliotti: Este aqui em torno de 1,5 mil metros seria a distancia máxima ideal pruma boa transmissão de dados.<br />
Os dados vão ajudar no planejamento de ações que impeçam a onça de se aproximar demais das propriedades. Nós nos embrenhamos na mata para tentar chegar ainda mais perto do sinal. E logo os policias percebem que não somos os únicos.<br />
Policial: Esse aqui é o rastro de uma pessoa provavelmente de entrada. Porque você nota que aqui é o salto da bota dele e a parte dianteira do pé.<br />
Repórter: Então. Caçador passou por aqui<br />
Policial: Passou. Alguém passou.<br />
Continuamos seguindo o sinal do transmissor. Em alguns momentos, o bip soa alto. Mas depois quase desaparece. Pode ser por causa do relevo do terreno. Ou podemos ter afugentado o animal.<br />
“A gente compreende que a população tenha um medo natural por ser um predador. Mas é importante frisar que a onça também está procurando o seu lugar ao sol, na floresta. Muitas pessoas entram no parque para retirar o alimento da onça. Quando a onça sai do parque para buscar o alimento do homem, isso vira uma grande, um grande conflito”, afirma Alexandre Vogliotti.<br />
Será que é possível encontrar um equilíbrio entre os desejos do homem e as necessidades da natureza?<br />
É fim de tarde. O sol se despede das cataratas. Mas em um centro de pesquisas, no meio da reserva, o trabalho só está começando. O biólogo Guilherme Ambar investiga como o desaparecimento das grandes florestas tem afetado a vida dos animais. E escolheu como termômetro um bichinho pouco simpático: o morcego.<br />
Esta noite, nós vamos acompanhá-lo numa captura no meio da floresta. Seguimos por estradas de terra até um ponto isolado do parque. A escuridão em uma trilha turística desativada é assustadora. Mas a equipe está preparada. Lanternas e perneiras, para prevenir do ataque de cobras que possam estar pelo caminho.<br />
Esta noite, os pesquisadores vão montar oito redes para capturar morcegos. Algumas chegam a ter 12 metros de comprimento por 2,5 metros de altura. Depois de instaladas as redes, as luzes apagadas, senão os morcegos não se aproximam.<br />
Quando a última armadilha ainda está sendo esticada, chega a notícia: já tem morcego na primeira rede. É um morceguinho que se alimenta de frutas e ainda não atingiu a fase adulta.<br />
Repórter: eu vi que você pega com tanta naturalidade a asinha dele e tal. Essa parte tem perigo dele morder?<br />
Guilherme Ambar: Não. Aqui eu estou segurando ele.<br />
Repórter: nossa, como é fininha. Parece um papelzinho bem fininho, uma seda.<br />
Ao final da pesquisa, vai ser possível dizer se pequenos retalhos de mata já são suficientes para as espécies ou se elas só vão sobreviver em áreas grandes, iguais a do Parque Iguaçu.<br />
“A gente pode tentar a partir de agora alguns planejamentos, algumas estratégias pra como melhorar isso. Isso já vem sendo feito em várias áreas com corredores de mata, ou aumento dessas áreas de preservação”, completa Guilherme Ambar.</div>
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		<title>Decolagem, voo e pouso do balão&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 00:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Construtor</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="608" height="342" src="http://www.youtube.com/embed/videoseries?index=4&#038;list=UUoZbkS9Esi1yAOrxOKDnx4w" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Bastidores do Globo Repórter gravação da caatinga.</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O jornalista Francisco José fala os bastidores das gravações do programa Globo Repórter nos céus do Brasil sobre a caatinga no Parques Nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, ambos na região de São Raimundo Nonato. O programa é o segundo da série &#8220;Nos Céus do Brasil&#8221; que está apresentando os principais<a href="http://balonista.net/varios/bastidores-do-globo-reporter-gravacao-da-caatinga"> <br /><br /> Leia mais…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Francisco José fala os bastidores das gravações do programa Globo Repórter nos céus do Brasil sobre a caatinga no Parques Nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, ambos na região de São Raimundo Nonato. O programa é o segundo da série &#8220;Nos Céus do Brasil&#8221; que está apresentando os principais ambientes naturais do país.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-reporter/t/edicoes/v/reporter-comenta-bastidores-das-gravacoes-na-caatinga-nasci-aqui-com-muito-orgulho/1855234/" target="_blank"><img class=" " title="Balão sobrevoando Serra da Capivara" src="http://balonista.com/images/balaoserra.jpg" alt="Click na foto e assista os bastidores da gravação" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Click na imagem para assistir o vídeo dos bastidores da gravação</p></div>
<p>O reporter fala sobre as dificuldades de uma grande produção, com um balão de ar quente e um helicóptero que durante 20 dias se deslocaram por locais de difícil acesso com toda a estrutura necessária para a gravação do programa e comenta a sua sua forte identificação com a matéria &#8220;nasci aqui com muito orgulho&#8221; O grande destaque do programa é mesmo o voo de balão um voo tranquilo e sereno do balão sobre essa incrível paisagem, que observa a quantidade e diversidade da caatinga, e os especialistas falando sobre suas pesquisas com mamíferos, répteis, pássaros, aranhas, plantas, geologia, arqueologia entre várias outras áreas. Uma entrevista gravada com a arqueóloga Niéde Guidon num dos desfiladeiros do parque ganha destaque ao refletir a importância da Serra da Capivara, e consequentemente do Piauí, no contexto mundial.</p>
<p>Qer voar de balão? saiba mais em <a href="http://balonista.com.br" target="_blank">http://balonista.com.br</a></p>
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		<title>Balonismo irresistível Globo Repórter</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 13:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Balonista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não tem que resista ao ver um balão e não tenha a tentação de voar, Sergio Chapelin que o diga na primeira reportagem do Globo Repórter ele se mostrou bastante resistente ao ser convidado a voar de balão, mas agora nessa segunda reportagem ele voou a bordo do balão sob o comando do experiênte balonista<a href="http://balonista.net/varios/balonismo-irresistivel-globo-reporter"> <br /><br /> Leia mais…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tem que resista ao ver um balão e não tenha a tentação de voar, Sergio Chapelin que o diga na primeira reportagem do Globo Repórter ele se mostrou bastante resistente ao ser convidado a voar de balão, mas agora nessa segunda reportagem ele voou a bordo do balão sob o comando do experiênte balonista Feodor Menov.</p>
<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="Sergio Chapelin voando de Balão" src="http://balonista.com/images/sergiochapelin.jpg" alt="voando de Balão na Serra da Capivara" width="288" height="312" />No programa, o telespectador conhece a reserva florestal onde vivem espécies que só existem no Brasil e as substâncias e plantas que são usadas na indústria farmacêutica. Os repórteres mostram também vestígios do homem pré-histórico, já que a Caatinga serviu de abrigo para os primeiros habitantes da América. &#8220;Neste especial, o telespectador vai descobrir toda a exuberância da Caatinga, um bioma exclusivamente brasileiro localizado em uma região onde vivem mais de 18 milhões de nordestinos. Inclusive eu, que nasci no sertão, onde predomina esse ecossistema tão valioso!&#8221;, adianta o repórter Francisco José.<br />
O especial acompanha a rotina de trabalho do povo sertanejo. Como é o dia a dia dos moradores desta região? Cangaceiros mostram suas habilidades em desbravar as terras do sertão no meio da vegetação espinhosa. E um dos trabalhadores é convidado para um passeio no balão do &#8216;Globo Repórter&#8217; e fica encantado com a beleza de sua terra vista sob um novo ângulo.<br />
Nesta segunda expedição do &#8216;Globo Repórter nos Céus do Brasil&#8217;, o apresentador Sérgio Chapelin também embarca no balão: &#8220;Desta vez a aventura foi completa. Voei junto com o Chico José. Foi uma experiência muito bacana. A paisagem vista lá de cima é incrível!&#8221;, conta Chapelin.</p>
<p>Se você quiser experimentar saiba mais sobre voos e passeios de balão em <a href="http://balonista.com.br" target="_blank">http://balonista.com.br</a></p>
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		<title>Globo Repórter voo de balão na Caatinga</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 12:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Balonista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Balonismo]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo programa do Globo Repórter que irá ao ar sexta-feira 16/03/2012 um belo trabalho do piloto de balão Feodor Menov com o apresentador Sérgio Chapelin  e o repórter Francisco Jose na companhia do vaqueiro piauiense onde mostram a beleza da caatinga, principal vegetação do semiárido piauiense e os encantos do Parque Nacional Serra da<a href="http://balonista.net/varios/globo-reporter-voo-de-balao-na-caatinga"> <br /><br /> Leia mais…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo programa do Globo Repórter que irá ao ar sexta-feira 16/03/2012 um belo trabalho do piloto de balão Feodor Menov com o apresentador Sérgio Chapelin  e o repórter Francisco Jose na companhia do vaqueiro piauiense onde mostram a beleza da caatinga, principal vegetação do semiárido piauiense e os encantos do Parque Nacional Serra da Capivara, localizando no sul do Piauí.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img title="Balão Globo Repórter na Serra da Capivara" src="http://balonista.com/images/balaocaatinga.jpg" alt="Vista balão Parque nacional da Capivara Piauí " width="580" height="388" /><p class="wp-caption-text">Voo de Balão Serra da Capivara</p></div>
<p>Nos Céus do Brasil é uma série de programas do Globo Repórter, agora em sua segunda edição, onde serão apresentados os principais ambientes naturais do nosso território. Pela primeira vez o Parque Nacional Serra da Capivara será visto de balão e de helicóptero, que mostrarão a beleza e a importância de se preservar essas áreas naturais.<br />
A produção do documentário foi realizada, em dezembro, a produção trouxe, pesquisadores, profissionais e equipamentos de Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Salvador, Teresina, Petrolina e do Rio de Janeiro. Entre os equipamentos destaque para uma grua gigante, espécie de guindaste adaptado para receber uma câmera, que fez imagens dos desfiladeiros e dos pesquisadores.<br />
O Parque Nacional Serra da Capivara está localizado no sudeste do Estado do Piauí, ocupando áreas dos municípios de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias. A superfície do Parque 130 mil hectares e seu perímetro é de 214 Km. A cidade mais próxima do Parque Nacional é Cel. José Dias, sendo a cidade de São Raimundo Nonato o maior centro urbano. A distância que o separa da capital do Estado, Teresina, é de 530 Km.</p>
<p>Para saber ver essa matéria assista <a href="http://g1.globo.com/globo-reporter/" target="_blank">Globo Reporter</a> sexta-feira 16 de março de 2012.</p>
<p>Se voce quer experimentar um voo de balão veja em <a href="http://balonista.com.br" target="_blank">http://balonista.com.br</a></p>
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		<title>Passeios de Balão em Boituva SP</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 20:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Balonista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Balonismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você está de férias e quer um passeio diferente, você pode assistir todos os finais de semana as decolagens dos balões em Boituva]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Local e como chegar ao local de decolagem dos balões em Boituva SP.</strong></p>
<p>Se você está de férias e quer um passeio diferente, você pode assistir todos os finais de semana as decolagens dos balões em Boituva mas lembre-se as decolagens acontecem apartir das 06:00 horas e  se você se atrasar vai perder a oportunidade de assistir um belo espetáculo com vários balões multicoloridos.<br />
O local de decolagem dos passeios de balão é no Aeroporto do Centro Nacional de Paraquedismo Rua Domingos Waldemar Bellucci, 11 Boituva SP, que também é o enderço do Hotel Boituva.<br />
Para chegar ao ponto de encontro é simples, siga pela Rodovia Castelo Branco até o km 116 (Trevo Boituva Iperó) entre a direita, deixando a entrada de Boituva a esquerda e seguindo em frente, passe por baixo da ponte da Rod. Castelo Branco e siga a placa Iperó, apos a passagem sob a ponte a primeira a direita é o retorno para São Paulo siga em frente, faça um pequeno contorno e siga as placas Sky Dive Centro Nacional de Paraquedismo, seguindo pela estrada paralela a Rod. Castelo Branco, você verá uma grande torre escrito DARKA e após passar a torre entre a esquerda e você já verá o quiosque, local de encontro.<br />
O Hotel Boituva serve café da manhã completo avulso por R$ 15,00 por pessoa</p>

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		<title>Férias Passeio de Balão em Boituva.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 20:18:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Balonista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Balonismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os finais de semana em Boituva temos voos de balão que acontecem bem cedinho as 06:30, que é o melhor horário para a prática do balonismo pois as temperaturas são mais amenas e os ventos calmos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma aventura diferente, um passeio de balão em Boituva SP.</strong></p>
<p>Todos os finais de semana em Boituva temos voos de balão que acontecem bem cedinho as 06:30, que é o melhor horário para a prática do balonismo pois as temperaturas são mais amenas e os ventos calmos.</p>
<div id="attachment_688" class="wp-caption aligncenter" style="width: 539px"><a href="http://balonista.net/wp-content/uploads/2011/12/voo_de_balao_logo.jpg"><img class="size-full wp-image-688 " title="Passeios de Balão Boituva" src="http://balonista.net/wp-content/uploads/2011/12/voo_de_balao_logo.jpg" alt="Venha voar de balão em Boituva" width="529" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Passeo de Balão Boituva</p></div>
<p>O ponto de encontro é no <a title="Hotel Boituva" href="http://hotelboituva.com.br" target="_blank">Hotel Boituva</a> que fica no quilometro 116 da rodovia Castelo Branco, alguns passageiros  preferem chegar na noite anterior outros preferem o conforto do seu lar, pois a viagem é curta 1:20 horas até Boituva e vão direto para o passeio de balão.</p>
<p>Os passageiros assistem a montagem e recebem as instruções do piloto, depois de tudo pronto todos a bordo para esse incrível voo com duração de uma hora sobre rios cidades e campos, depois do pouso o tradicional brinde com champanhe e o retorno ao ponto de encontro em nossa van onde é servido um completo café da manhã, e não esqueça sua máquina fotográfica, você terá oportunidade de tirar fotos incríveis. mas se esquecer da sua máquina não se preocupe o voo é filmado e disponibilizamos os voos no Youtube para que você tenha uma recordação para sempre.</p>
<p>Aproveite a promoção de R$ 320,00 por R$ 259,00 em 6 vezes sem juros no cartão, saiba mais em<a title="Passeios de balão em Boituva SP" href="http://balonista.com.br" target="_blank"> Balonista.com.br</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Meteorologia e Voos de Balão</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 14:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Balonista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Balonismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia e Passeios de Balão]]></category>

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		<description><![CDATA[Sites de meteorologia são bastantes úteis na hora de planejar o seu voo de balão e ter uma ideia geral do tempo que vai fazer para você programar o seu voo de balão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sites de meteorologia são bastantes úteis na hora de planejar o seu voo de balão e ter uma ideia geral do tempo que vai fazer para você programar o seu voo de balão.</p>
<p>Nos últimos anos tenho visto um progresso incrível principalmente com o advento da internet, quando comecei meus voos de balão ha 25 anos atrás previsão do tempo era era uma experiência mais empírica do que uma ciência propriamente dita, pois os meios para obtenção de informações era uma longa jornada, pesquisa nos jornais diários, o acompanhamento do noticiário o homem do tempo Narciso Vernizzi, ou as informações por telefone diretamente nos aeroportos com o meteoro de plantão que quase nunca estava a disposição ou com o telefone sempre ocupado, some-se a isso que todas as informações eram verbais pois nem fax existia.<br />
Hoje com a abundancia de informações online mapas, prognósticos, gráficos, fotos de satélite sou obrigado a deixar o empirismo de lado e usar toda a minha idiossincrasia, porem em uma situação muito mais confortável onde podemos prever um cenário para o voo de balão muito mais assertivo.<br />
Sites mais populares de previsão do tempo como <a title="Clima Tempo" href="http://www.climatempo.com.br" target="_blank">Clima Tempo</a> ou<br />
ou o <a title="Br  Weather.com" href="http://br.weather.com" target="_blank">Canal do Tempo</a> bem como vários portais de informações do tempo que tem informações detalhadas de meteorologia com fotos de satélite quase que em tempo real.<br />
Pilotos de balão e profissionais da área se utilizam  de informações mais detalhadas e acompanham o tempo diariamente quando não de hora em hora tendo uma visão mais específica e apurada para a modalidade de esporte aéreo que vai praticar que quase sempre necessitam de condições especiais e utilizam os sites com informações mais detalhadas como <a title="Cptec Inpe" href="http://www.cptec.inpe.br" target="_blank">CPTEC INPE </a>com o acompanhamento das previsões numéricas ou acompanhamento dos <a title="Radar Doppler" href="http://sigma.cptec.inpe.br/radar/radar.imagem.logic?i=br&amp;relevo=true&amp;municipios=true&amp;radar=PSR&amp;anel=true" target="_blank">radares doppler</a> ou os sites de aviação como a <a title="Redemet" href="http://www.redemet.aer.mil.br" target="_blank">Redemet</a> e a mais importante de todas as observações o acompanhamento no local do voo.<br />
Todas essas informações podem ser bastante úteis para dar uma imagem geral do que o tempo vai fazer, mas o  piloto de balão terá informações mais detalhadas das previsões de voo de balão  que dão a velocidade do vento nos níveis superiores a 500, 1000 e 2000 metros acima do solo bem como as respectivas direções.<br />
No verão com dias ensolarados os ventos fortes são o principal fator na hora da decisão de cancelar um voo, e isso é bastante frustante tanto para o piloto e a equipe  como para os passageiros, mas segurança em primeiro lugar, por isso quando agendar seu voo de balão não se preocupe tanto em acompanhar as previsões do tempo mas certifique-se de deixar o seu telefone de contato para manter-se informado pelo piloto do seu voo, pois no dia anterior ao voo nossos passageiros recebem uma ligação entre 20:00 e 21:00 horas quando serão informados das condições do tempo local, e as 05:00 horas do dia do voo se as condições prognosticadas não se confirmarem.<br />
Para agendar o seu voo de balão veja em <a title="Balonista.com.br" href="http://balonista.com.br" target="_blank">Balonista.com.br</a></p>
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		<title>Passeios de Balão e a Meteorologia</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 11:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Balonista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meteorologia e Passeios de Balão]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os nossos passageiros que se inscrevem, para um passeio de balão são muito bem informados das necessidades para um bom e seguro passeio de balão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os nossos passageiros que se inscrevem, para um passeio de balão são muito bem informados das necessidades para um bom e seguro passeio de balão, ou seja, precisamos de ventos fracos, boa visibilidade e sem chuva e sem neblina . Essas são as condições ideais que precisamos, mas oque  nossos passageiros querem saber é quando estas condições climáticas tem mais probabilidade de ocorrer.</p>
<div id="attachment_691" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://balonista.net/wp-content/uploads/2011/12/meteoro_balao.jpg"><img class="size-full wp-image-691" title="Meteorologia e Passeios de Balão" src="http://balonista.net/wp-content/uploads/2011/12/meteoro_balao.jpg" alt="logo aventurar balões" width="500" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Voos de Balão</p></div>
<p>No Brasil essas condições ocorrem o ano todo, porem no inverno elas ocorrem com mais frequência. Os balonistas entendem como inverno ou temporada de balonismo os meses que não tem a letra <em><strong>R</strong></em>, Maio, Junho, Julho, Agosto,  nesses meses aumenta a possibilidade de voos e também acontecem voos no final da tarde.<br />
Nas primeiras duas horas do amanhecer encontramos as condições ideias de voo e no período de inverno duas horas antes do anoitecer, ambas as situações podem proporcionar a oportunidade para um voo de balão agradável e segura. Para um voo seguro de balão é necessário que os ventos de superfície sejam inferior a 10 quilômetros por hora, e para que essa informação cheguem com aos passageiros antecedência  temos que usar as previsões meteorológicas para poder tomar a decisão de chamar os passageiros para o voo. Mas as vezes, a previsão erra e temos, que cancelar na hora do voo, porque as condições simplesmente não aconteceram como os meteorologistas previam. Como errar é humano, também podemos cancelar um voo e no dia do voo ao verificar que era possível, mas o julgamento do histórico nos mostrava que não era absolutamente seguro marcar o voo.<br />
Muitos dos nossos passageiros de passeio de balão voam em sua primeira tentativa, mas para outros são necessárias algumas tentativas.<br />
Então é realmente uma questão de sorte?<br />
Sim é uma questão de sorte e a única maneira de voar com certeza seria se os passageiros se submetessem a deixar o piloto marcar a data ideal para o passeio de balão abrindo mão de datas especiais e ficando de prontidão abandonando assim outros compromissos para o voo de balão, como isso não é possível estaremos sempre contando com o fator sorte, mas não se preocupe o voo de balão é uma experiencia única que sempre vale a pena esperar para desfrutar de um belíssimo voo e o mais importante com segurança.<br />
Dica:<br />
Na hora de contratar o seu voo de balão certifique-se se a empresa que você está contratando tem pilotos com uma base sólida de voo e experiência no local de voo e se disponibiliza o contato direto com o piloto para que você possa se manter informados com antecedência.</p>
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		<title>Balonismo Passeios de Balão.</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 11:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Balonista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Balonismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Para que os passeios de balão e os voos aconteçam com segurança necessitamos de ventos calmos, luz , boa visibilidade e sem previsão de chuvas ou neblina. Voamos a 500 metros acima do solo em áreas habitadas, e quase ao nível do solo em áreas de mata ou plantações que não estejam ocupadas por animais<a href="http://balonista.net/varios/balonismo-passeios-de-balao"> <br /><br /> Leia mais…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para que os passeios de balão e os voos aconteçam com segurança necessitamos de ventos calmos, luz , boa visibilidade e sem previsão de chuvas ou neblina.</p>
<div id="attachment_688" class="wp-caption aligncenter" style="width: 539px"><a href="http://balonista.net/wp-content/uploads/2011/12/voo_de_balao_logo.jpg"><img class="size-full wp-image-688" title="Passeios de Balão Boituva" src="http://balonista.net/wp-content/uploads/2011/12/voo_de_balao_logo.jpg" alt="Venha voar de balão em Boituva" width="529" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Passeo de Balão Boituva</p></div>
<p>Voamos a 500 metros acima do solo em áreas habitadas, e quase ao nível do solo em áreas de mata ou plantações que não estejam ocupadas por animais domésticos, chegando mesmo a tocar a copa das árvores. O tempo de voo é de 1 hora quando as condições atmosféricas permitem e o passeio todo vai ocupar cerca de cerca de 3 horas.<br />
Os voos acontecem na direção dos ventos dominantes, que variam de acordo com a estação do ano  e o local de desembarque sempre variam devido ao vento que está em constante mudança de direção, isso faz do passeio de balão ser sempre diferente. Você não sentirá o vento isso ocorre porque voando de balão você é o vento, pois estaremos na mesma direção e velocidade, e a sensação de deslocamento é minima bem com a sensação de altura.<br />
Crianças menores de 6 anos terão dificuldades de enxergar pois o cesto tem 1,10 metros de altura e não transportamos crianças de colo ou mulheres grávidas. Se você tiver qualquer dúvida sobre as restrições entre em contato para maiores esclarecimentos. Nosso balão transporta até 12 passageiros ao fazer a sua reserva você será acomodado com outros passageiros. Também temos voos exclusivos para 2 ou mais pessoas. Para obter mais detalhes sobre como podemos tornar o seu dia especial ainda mais memorável entre em contato. Caso o seu voo seja cancelado devido a condições meteorológicas adversas é só ligar e remarcar o voo junto a nossa central de reservas utilizando nosso formulário de contato ou pelo telefone (011) 3326-8331</p>
<p>Conheça todas as fazes do passeio de balão em</p>
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